No dia 7 de setembro, o Brasil comemora sua Independência. É um dia que nos leva a pensar em pátria, cidadania, liberdade, direitos e deveres. Mas esta data também pode nos levar a uma pergunta muito mais profunda:
QUEM SOU EU?
Sou apenas um cidadão deste mundo? Ou existe uma realidade maior? A Bíblia nos mostra que, pela fé em Cristo, podemos dizer:
TENHO UMA CIDADANIA TERRENA, MAS MINHA VERDADEIRA PÁTRIA ESTÁ NOS CÉUS.
Paulo afirma: “Pois a nossa cidadania está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.” (Filipenses 3.20).
Portanto, quero pensar hoje em quatro verdades:
SOU CIDADÃO DO MUNDO.
TORNEI-ME CIDADÃO DO REINO DO CÉU.
TENHO DUPLA CIDADANIA.
MINHA DUPLA CIDADANIA DEFINE A MINHA MISSÃO.
Textos principais: Filipenses 3.20; João 17.14-18; Mateus 28.18-20; 1 Pedro; 2 Pedro 3.8-13

- SOU CIDADÃO DO MUNDO
Nasci na Mooca, em São Paulo. Posso dizer que sou mooquense, paulistano, brasileiro, sul-americano, ocidental e cidadão do mundo. Essas expressões não representam necessariamente categorias jurídicas de cidadania, mas mostram diferentes níveis de pertencimento.
Tenho uma história, uma família, uma cultura, uma língua, uma cidade, uma nação. Meus antepassados mais próximos vieram da Europa: italianos, alemães e portugueses.
Mas, se voltarmos ainda mais na história, segundo o relato bíblico, chegaremos a Sem, Cam e Jafé, filhos de Noé. E, antes deles, chegaremos a Noé e sua família, preservados por Deus através do dilúvio. E, indo ainda mais longe, chegaremos a Adão e Eva.
A Bíblia nos ensina, portanto, uma verdade fundamental: A humanidade possui uma origem comum. Não importa a raça, a etnia, a cultura, a língua ou o lugar onde alguém nasceu. Todos pertencemos à mesma humanidade.
Paulo afirma: “De um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra.” (Atos 17.26).
Como cidadão deste mundo, tenho direitos e deveres. Tenho autoridades, leis, responsabilidades e obrigações. A Bíblia não ensina o cristão a desprezar sua cidadania terrena. Pelo contrário.
Romanos 13.1-7 ensina sobre a responsabilidade diante das autoridades, e Romanos 13.8-10 resume nossa responsabilidade de uma maneira extraordinária: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor…” (Romanos 13.8). E Paulo conclui: “O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor.” (Romanos 13.10).
Portanto: Sou cidadão deste mundo. Tenho responsabilidades neste mundo. Mas isso não é tudo.
- TORNEI-ME CIDADÃO DO REINO DO CÉU
Há uma segunda realidade muito maior. A Bíblia diz que o ser humano precisa nascer de novo.
Por natureza, somos pecadores. Romanos 3.10-18 apresenta um retrato profundamente sério da condição humana: “Não há justo, nem um sequer.” O pecado afetou nossa mente, nossos desejos, nossas palavras, nossos caminhos e nosso relacionamento com Deus. Romanos 3.23 declara: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.”
O problema do ser humano não é simplesmente político, social, econômico ou cultural. O problema fundamental é espiritual: estamos separados de Deus por causa do pecado.
Mas Deus providenciou a salvação. O Criador entrou na história humana. Jesus Cristo nasceu de uma virgem, conforme o testemunho das Escrituras, sendo verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem.
O anjo anunciou: “Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo.” (Lucas 1.32).
João Batista declarou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1.29).
João escreveu: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.” (João 1.14).
Cristo, que não conheceu pecado, morreu por nossos pecados. “Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.” (2 Coríntios 5.21)
E João 3.16 resume o coração do Evangelho: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Jesus morreu. Foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia. Paulo resume o Evangelho em 1 Coríntios 15.3-4: “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.”
Depois de ressuscitado, Cristo subiu aos céus e foi exaltado à direita de Deus, “acima de todo principado, potestade, poder e domínio e de todo nome que se possa mencionar, não só no presente século, mas também no vindouro.” (Efésios 1.20-21).
E o que acontece com aquele que se arrepende e crê em Cristo? Ele recebe uma nova identidade.
João 1.12-13 declara: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus.”
E Paulo afirma: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura.” (2 Coríntios 5.17).
Aqui está a grande mudança: Eu não deixo de ser cidadão da Terra. Eu passo a pertencer também ao Reino de Deus.
- TENHO DUPLA CIDADANIA
É aqui que as duas verdades se encontram. Tenho uma cidadania terrena e uma cidadania celestial.
Jesus deixou isso muito claro em sua oração sacerdotal, registrada em João 17. Ele orou por aqueles que pertenciam ao mundo, mas que agora pertenciam a Ele.
Jesus disse: “Eles não são do mundo, como também eu não sou.” (João 17.14). E, ao mesmo tempo, Jesus não pediu que Deus os retirasse do mundo: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.” (João 17.15).
Essa é uma verdade fundamental: O novo nascimento não me tira deste mundo; muda a razão pela qual estou neste mundo. Jesus prosseguiu: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.” (João 17.18).
Portanto, o cristão não deve fugir do mundo. Ele deve viver no mundo sem pertencer ao sistema de valores contrário a Deus, sendo sal, luz e testemunha de Cristo.
Jesus disse: “Vós sois o sal da terra… Vós sois a luz do mundo.” (Mateus 5.13-14).
É importante compreender: Não tenho duas vidas. Tenho uma só vida. Mas essa única vida possui duas dimensões de cidadania:
Pertenço a uma nação na Terra, mas pertenço a Cristo e ao seu Reino.
Como cidadão terreno, devo:
• respeitar as autoridades;
• cumprir meus deveres;
• obedecer às leis justas;
• pagar meus impostos;
• amar meu próximo;
• contribuir para o bem da sociedade.
Como cidadão do Reino de Deus, devo:
• viver em santidade;
• amar a Cristo;
• obedecer à Palavra;
• servir aos irmãos;
• testemunhar do Evangelho;
• fazer discípulos;
• suportar sofrimentos por Cristo;
• aguardar a volta do Senhor.
O QUE SIGNIFICA VIVER COMO CIDADÃO DO CÉU?
Pedro apresenta esse modo de viver em suas duas cartas.
- VIVER COM ESPERANÇA
Pedro fala de uma: “viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.” (1 Pedro 1.3). Minha esperança não está apenas nesta Terra. - VIVER EM SANTIDADE
“Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.” (1 Pedro 1.15). Minha cidadania celestial deve aparecer no meu comportamento terreno. - VIVER COMO PARTE DO POVO DE DEUS
Pedro afirma: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus.” (1 Pedro 2.9). E para quê? “A fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” Não fomos salvos apenas para sermos abençoados. Fomos salvos para anunciar Jesus. - VIVER COMO TESTEMUNHA DE CRISTO
Pedro nos chama a seguir os passos de Cristo, inclusive quando enfrentamos sofrimento. “Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos.” (1 Pedro 2.21). - VIVER PARA A GLÓRIA DE DEUS
Pedro também nos chama a usar os dons que recebemos para servir. “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu.” (1 Pedro 4.10).E tudo deve ter um objetivo: “Para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo.” (1 Pedro 4.11). - CRESCER E PERMANECER FIRMES
Pedro encerra sua segunda carta dizendo: “Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” (2 Pedro 3.18). O cidadão do céu não pode permanecer espiritualmente estacionado. No primeiro capítulo desta segunda carta somos desafiados à prática das virtudes cristãs para que não sejamos nem inativos, nem infrutíferos.
Precisamos crescer no conhecimento, no discernimento da Palavra de Deus para permanecer firme diante das falsas doutrinas e falsos mestres, enquanto esperamos a volta de Cristo.
Minha cidadania celestial precisa transformar minha maneira de viver na Terra.
- MINHA DUPLA CIDADANIA DEFINE A MINHA MISSÃO
Agora chegamos ao ponto mais importante. Por que Deus me deixou neste mundo depois que me salvou? Por que não fomos imediatamente para o céu? Porque ainda existe uma missão.
Antes de retornar ao Pai, Jesus declarou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.” (Mateus 28.18). E então deu a grande ordem: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações…” (Mateus 28.19). Ele acrescentou: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (Mateus 28.20)
Em Lucas 24.46-48, Jesus explicou que: “Em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações.” E em Atos 1.8 declarou: “Sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra.”
Observe a progressão:
Minha cidadania terrena me dá responsabilidades.
Minha cidadania celestial me dá uma missão.
Não estou neste mundo por acaso. Estou aqui para representar Cristo. Paulo chega a usar uma palavra extraordinária: “Somos embaixadores em nome de Cristo.” (2 Coríntios 5.20).
Um embaixador vive em território estrangeiro representando seu país. Nós vivemos neste mundo representando o nosso Rei. Somos cidadãos do céu vivendo temporariamente na Terra.
- QUANTO TEMPO AINDA TEMOS?
Estamos em 2026. Dentro de poucos anos, chegaremos a 2033. Se o Senhor Jesus ainda não tiver voltado, estaremos nos aproximando de aproximadamente dois mil anos desde sua morte, ressurreição e ascensão.
E precisamos perguntar: Quanto tempo ainda teremos? Até quando Deus continuará manifestando sua paciência?
Pedro afirma: “O Senhor não retarda a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” (2 Pedro 3.9).
E por que ainda existem povos, grupos étnicos e multidões que nunca ouviram claramente o Evangelho? Essa pergunta precisa incomodar a Igreja.
• Temos tecnologia.
• Temos aviões.
• Temos internet.
• Temos meios de comunicação que nossos antepassados jamais imaginaram.
• Podemos alcançar lugares em poucas horas que antigamente exigiam meses de viagem.
Então precisamos perguntar: Se temos tantos recursos, por que ainda existem tantos que não ouviram? Talvez o problema não seja falta de recursos. Talvez seja falta de obediência.
- CINCO ORDENS QUE NÃO PODEMOS IGNORAR
Jesus, o Supremo Comandante, após a Sua ressurreição deixou uma mesma ordem e missão apresentada de diferentes maneiras:
MATEUS — FAÇAM DISCÍPULOS: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações.” (Mateus 28.19).
MARCOS — PREGUEM: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16.15).
LUCAS — ANUNCIEM ARREPENDIMENTO: “Que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações.” (Lucas 24.47).
JOÃO — SEJAM ENVIADOS: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio.” (João 20.21).
ATOS — SEJAM TESTEMUNHAS: “Sereis minhas testemunhas… até aos confins da terra.” (Atos 1.8).
Cinco expressões. Uma única missão. FAZER CRISTO, SUA PESSOA E SUA OBRA CONHECIDOS.
- QUAL É A MINHA PRIORIDADE?
O Salmo 90 nos lembra da brevidade da vida: “Acabam-se os nossos anos como um breve pensamento.” (Salmos 90.9).
E Moisés faz uma oração que deveria estar constantemente em nossos lábios: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos corações sábios.”
(Salmos 90.12).
Então precisamos fazer estas perguntas:
• Quanto do nosso tempo gastamos preocupados com nossa cidadania terrena?
• Quanto do nosso tempo gastamos preocupados com nossa cidadania celestial?
• Quanto dinheiro investimos naquilo que ficará?
• Quanto investimos naquilo que permanecerá eternamente?
• Quanto esforço colocamos em construir nossa vida neste mundo?
• Quanto esforço colocamos para anunciar a vida eterna em Cristo?
Pedro nos lembra que os céus e a Terra atuais estão “reservados para o Dia do Juízo e da destruição dos ímpios.” (2 Pedro 3.7). E depois pergunta que tipo de pessoas devemos ser: “Que pessoas não deveis ser em santidade e piedade.”
(2 Pedro 3.11).
Nossa cidadania terrena é temporária. Nossa cidadania celestial é eterna.
- NÃO PODEMOS NOS CONFORMAR
Já se passaram aproximadamente dois mil anos desde que Jesus deu à Igreja a ordem de fazer discípulos de todas as nações. E a tarefa ainda não terminou. Isso deve nos constranger.
Charles Studd expressou sua paixão missionária dizendo, em essência, que não queria viver acomodado ao som dos sinos das igrejas, mas desejava dedicar sua vida ao resgate de vidas que caminhavam para a perdição.
Essa deve ser também a paixão da Igreja. Não podemos viver apenas para:
• construir casas;
• acumular bens;
• conquistar posições;
• aumentar patrimônios;
• viajar;
• desfrutar conforto;
• cuidar exclusivamente dos nossos próprios interesses.
Tudo isso pode ter seu lugar. Mas não pode ser o centro da nossa existência. Porque somos cidadãos de outro Reino.
- A VERDADEIRA LIBERDADE
No Dia da Independência do Brasil, falamos de liberdade. Mas existe uma liberdade muito maior.
Jesus disse: “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8.31-32).E acrescentou: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8.36).
O Brasil pode ser uma nação livre. Mas um brasileiro pode continuar escravo do pecado. Uma pessoa pode ter liberdade política e continuar escravizada pela mentira, pela imoralidade, pelo egoísmo, pela ganância, pelo orgulho e pela incredulidade. A verdadeira liberdade está em Cristo.
E o Senhor e Salvador Jesus Cristo ainda declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14.6).
CONCLUSÃO
Então, quem sou eu?
SOU CIDADÃO DESTE MUNDO.
• Tenho uma cidade.
• Tenho uma nação.
• Tenho responsabilidades.
• Devo respeitar as autoridades.
• Devo cumprir meus deveres.
• Devo amar meu próximo.
Mas, se nasci de novo pela fé em Jesus Cristo, posso dizer algo ainda maior:
SOU CIDADÃO DO CÉU.
• Sou filho de Deus.
• Faço parte do povo de Deus.
• Tenho uma esperança viva.
• Tenho uma missão.
• Sou embaixador de Cristo.
• Estou neste mundo, mas não pertenço ao sistema deste mundo.
Tenho dupla cidadania. E essa dupla cidadania me coloca diante de uma grande responsabilidade:
VIVER PARA CRISTO ENQUANTO ESTOU NA TERRA.
E VOCÊ? QUAL É A SUA CONDIÇÃO?
SE AINDA NÃO SE ARREPENDEU DE SEUS PECADOS, HOJE É O DIA!
VENHA A CRISTO JESUS, RECONHECENDO SEUS PECADOS, ARREPENDIDO, CONFIANDO E CRENDO NELE COMO SEU SENHOR E SALVADOR!
• Não desperdice sua vida.
• Não viva apenas para sua cidadania terrena.
• Não permita que as coisas deste mundo ocupem o lugar das coisas eternas.
• Levante os olhos para Jesus que morreu na cruz por você.
E SE VOCÊ JÁ TEM A CIDADANIA CELESTIAL:
• Veja os campos.
• Veja as crianças.
• Veja os adolescentes.
• Veja as famílias.
• Veja os povos que ainda não ouviram.
• Veja as multidões sem Cristo.
• E ouça novamente a voz do Senhor:
“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações.” (Mateus 28.19).
• O tempo é curto.
• A vida é breve.
• A eternidade é longa.
• E a missão ainda não terminou.
Por isso, neste 7 de setembro, enquanto agradecemos a Deus pela liberdade e pela nossa pátria terrena, façamos uma oração muito mais profunda: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos corações sábios.” (Salmos 90.12).
E, com o salmista, peçamos: “Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; confirma sobre nós as obras das nossas mãos.” (Salmos 90.17).
• Que Deus nos conceda liberdade do pecado.
• Que Deus nos conceda liberdade para servi-lo.
• Que o Evangelho alcance nossa rua, nossa cidade, nosso país, nossos continentes e os povos que ainda não ouviram.
• E que nossa vida proclame:
SOU CIDADÃO DO MUNDO,
MAS PERTENÇO A CRISTO.
TENHO DUPLA CIDADANIA,
MAS UMA ÚNICA MISSÃO:
VIVER PARA CRISTO E FAZER CRISTO CONHECIDO ATÉ AOS CONFINS DA TERRA.
Gilberto Celeti
Missionário na APEC desde 1973, atualmente jubilado, peregrino a caminho da Pátria Celestial.
Deixo agora e aqui com você o link do vídeo BREVE VIRÁ de Rubem Martins Amorese:
Rubem escreveu: Este hino se inicia com o poema do Pastor Gilberto Celeti. Percebendo a regularidade métrica, de acentuação e de rima, logo percebi que Gilberto estava quase cantando. Cheguei para dar-lhe uma ajuda.
Trata-se de um vídeo de letra (lyric video), no qual nos concentramos no áudio e na letra que corre junto com ele. As imagens são apenas a base.
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